Otimize seu tempo

Organização e Produtividade escrito por

Está difícil organizar sua agenda? Você lista tudo que precisa fazer, mas não sabe por onde começar – e acaba não fazendo quase nada? O post de hoje apresenta para você algumas dicas simples e fáceis de colocar em prática que, se implementadas, irão ajudá-lo. Vem ver! :)

Imagem: John O'Nolan, em CC-BY-2.0.

Imagem: John O’Nolan, em CC-BY-2.0.

 

Padrões visuais

Não é novidade que identidade visual não é apenas logotipo e layout. No post que acabei de linkar falei mais sobre padrão visual para imagens, mas vamos relembrar aqui rapidamente e falar também de um outro padrão visual para textos. Depois de sentar e planejar o padrão visual dos seus posts você pode criar um guia de estilo para suas publicações.

Para as imagens você pode, por exemplo, determinar um estilo para cada categoria do blog: use o mesmo formato/tamanho, as mesmas fontes caso insira texto nas montagens, paleta de cores, etc. Se a sua produção é mais textual do que visual talvez você não queira chamar tanta atenção assim para as imagens (exemplo de motivo: as imagens não foram produzidas por você e/ou especialmente para seu blog e, por isso, quer destacar mais o conteúdo textual do que as fotos) e, portanto, não queira um padrão diferente para cada categoria. Tudo bem também, mas ainda assim você precisa determinar um estilo: tamanho da imagem, paleta de cores, sensações que as imagens passam, etc.

Você estranhou quando falei ali em cima em padrão visual para textos? Sim, é isso mesmo: a maneira como o texto se apresenta é o padrão visual dele. Afaste um pouco o rosto do monitor e, ao invés de ler o texto, observe o todo: espaçamento, posição da imagem no meio do texto, alinhamento, tamanho da fonte, etc. Percebe que o texto também tem um estilo visual? Você precisa padronizá-la: determine em que posição a imagem sempre deve ocupar, se sempre será apenas uma imagem ou mais (e quantas), etc. Qual a fonte, tamanho e cor dela já devem ter vindas configuradas no seu layout – siga o padrão do seu layout, não altere para não arriscar combinar cores erradas (cor da fonte x cor do layout) e, como sempre temos que pensar estrategicamente, para que essa mistura de cores não venha a prejudicar um layout futuro (e não dar o trabalho de, no próximo layout, ter que mudar todas as cores novamente para que sigam combinando).

 

Calendário editorial

Criar um calendário editorial não é tarefa complicada, pode acreditar. Você pode definir uma data para cada categoria do seu blog: se você tem, por exemplo, oito categorias, e publica um texto por semana, então a primeira segunda-feira a cada dois meses pode ser sempre para a mesma categoria. Pegue sua taxonomia e um calendário de papel (ou rascunhe um no caderno) e “espalhe” suas categorias nesse calendário de modo que nenhuma categoria fique tanto tempo sem atualização, divida o calendário igualmente entre cada categoria. Depois você pode passar esse rascunho de calendário para algo mais definitivo: pode transferir para o Google Drive ou Calendar, One Drive (você pode criar uma planilha ou doc), Evernote, etc. Use a ferramenta que considerar mais prática e adequada para você. :)

 

Agenda de trabalho

O calendário editorial você já montou, agora falta organizar a sua agenda. Você pode determinar um dia da semana só para fotografar e/ou buscar imagens para ilustrar seus posts, outro dia apenas para pesquisar conteúdos que irão embasar seu artigo, outro dia apenas para escrever, outro apenas para revisar e formatar. Essa dica é especialmente útil para quem não vive do blog, ou seja, precisa conciliar as atividades blogueiras com o trabalho que efetivamente paga suas contas. ;)

 

“Banco de pautas”

É inevitável, em algum momento vai faltar pauta. Mesmo organizando um calendário tendo a taxonomia como base, como explicamos há pouco, ainda assim podem acontecer momentos em que você não sabe sobre o que escrever. Nada garante que quando chegar o dia de falar sobre planejamento de blogs eu imediatamente pensarei em algo desse assunto que ainda não escrevi, não publiquei. Acontece com todo mundo: comigo, com você, com aquele blogueiro famoso que tem recordes de acesso. É para isso que serve o “banco de pautas”: um lugar onde você anota todas as ideias de posts que surgirem e corre sempre que se senta para escrever.

Temos dois posts falando exatamente sobre isso, inclusive sugerindo aproveitar as pautas que seus leitores trazem, olha só:

 

Agendamento de publicações

Há pouco falamos sobre criar um calendário editorial e sobre determinar dias só para finalizar (revisar e formatar) posts. Depois de pronto você pode agendar a publicação, assim não precisa se preocupar em no dia x e hora y ir até o dashboard só para publicar um post que já está pronto. Como? Tem plugin para isso, ele é excelente e temos um post explicando como ele funciona: Organize suas publicações com um calendário editorial. :)

E a divulgação nas redes sociais, #comofaz? Dá para agendar também! Minha ferramenta favorita para-todo-sempre-amém (ok, se surgir outra melhor e gratuita eu experimento. risos…) é o HootSuite. Com ele você pode agendar publicações no Twitter, Facebook, Instagram, LinkedIn e páginas do G+ (só em páginas, não em perfis pessoais, único defeito do HootSuite na minha humilde opinião). Em períodos de correria ainda maior do que o habitual é o HootSuite que salva meu perfil no Twitter: espio o que está acontecendo lá, mas nem sempre dá tempo de interagir, então agendo publicações e assim meu perfil não fica tão abandonado. ;)

Para publicar só no Twitter e de maneira ainda mais fácil há também o Tweetily. Depois de configurá-lo ele irá publicar posts antigos no Twitter sem que você precise fazer mais nada, realmente é muito fácil – mas tem uma desvantagem: desse modo não é possível inserir nas publicações frases que motivem seus seguidores a abrir o link, ou seja, não atrai tantos leitores.

 

Um FAQ vai bem

Especialmente se seu blog for de nicho deve haver perguntas que se repetem. Crie uma página com um FAQ, assim os leitores podem encontrá-la facilmente, seja acessando a página diretamente ou através da busca (buscas não acusam resultados nos comentários, por isso é importante que as respostas estejam publicadas no seu blog além do que você coloca nos comentários. Se mesmo assim algum leitor perguntar direto ao invés de pesquisar a resposta, você pode indicar a ele o link com a resposta. Bem mais fácil do que ficar sempre digitando a mesma explicação, né? :)

 

Agora me conta: quais suas táticas para otimizar seu tempo? Das que sugerimos aqui, tem alguma que você testou e não funcionou bem para você – e por quê? Não se acanhe, informações devem ser compartilhadas. :D

Por que meu blog não cresce?

Práticas inaceitáveis escrito por

Você tenta, mas seu blog não cresce. Você faz de tudo e mais um pouco, mas mesmo assim seu blog estagnou. Você se pergunta o que está fazendo de tão errado e está ao ponto de desistir de blogar. Calma, não tome decisões precipitadas. Já ouviu falar que é na crise que a gente cresce? Uma empresa em crise precisa se reinventar para superar a má fase e, com isso, acaba se tornando uma empresa melhor em vários aspectos se o gestor tiver a mente aberta. Na vida pessoal também: é quando você está no meio do furacão que você pode se tornar um ser humano melhor e uma pessoa mais forte, basta se abrir para isso. Com seu blog não seria diferente, então vem cá que hoje veremos algumas dicas. :)

Imagem: Karen Roe, em CC-BY-2.0.

Imagem: Karen Roe, em CC-BY-2.0.

 

1. Você pensa demais no sucesso

Sim, você entendeu certo: pensar demais no sucesso atrapalha o caminho até lá. Se você ficar pensando só na linha de chegada, vai deixar passar coisas importantes que precisa fazer durante o percurso até seu objetivo. É como uma empresa que teve baixa nas vendas e acha que o problema a ser resolvido é aumentar as vendas – não é! A empresa precisa identificar o que fez as vendas caírem, esse sim é o problema que ela precisa resolver; crescimento das vendas é a consequência de ter resolvido o problema real, entende?

O mesmo vale para o seu blog: identifique qual o verdadeiro problema que impede seu blog de crescer, é nisso que você precisa se concentrar. E que problemas poderiam ser? Bom, na verdade tudo que publicamos aqui no Metablog são bons caminhos a serem seguidos, são estratégias e táticas que vemos funcionar na prática, tanto com nossos próprios blogs quanto com os blogs que acompanhamos. Tudo que escrevemos aqui pode ser a sua salvação ou a sua pedra no sapato, mas vou reunir nesse post os motivos mais frequentes para estagnar um blog.

 

2. Divulgação ruim

Talvez você não esteja divulgando direito seu blog/seus posts. Não basta pegar o post recém-publicado e mandar para o Twitter ou o Facebook, divulgação vai muito além disso. Temos vários artigos aqui no Metablog com dicas para promover seu blog e sugiro que você leia tantos quanto puder, especialmente esses:

 

3. Pouca ou nenhuma atenção aos leitores

Talvez você não consiga responder todos os comentários assim que eles surgem, mas certifique-se de responder todos – ou quase todos. A caixa de comentários é cartão de visitas do seu blog, cuide bem dela. Mas não é só isso: você também precisa saber ouvir seus leitores, não só os que comentam no seu blog, mas também os que interagem com você nas redes sociais.

 

4. Deficiência na redação

Acontece muito, especialmente com quem está escrevendo para “cumprir tabela”, no estilo “já devia ter publicado isso ontem, agora vai assim mesmo”. Não, não pode ir assim mesmo. Tudo que você for publicar no blog precisa ser revisado: ortografia, gramática, concordância, pontuação. Se você não lembra mais da estrutura básica de um texto (introdução, desenvolvimento, conclusão), se já esqueceu quando é hora de encerrar um parágrafo e iniciar outro, não é vergonha nenhuma pesquisar a respeito. Reconhecer deficiências permite superar as deficiências, enquanto negá-las só faz com que o monstrinho embaixo do tapete fique cada vez maior. Leituras complementares recomendadas: O que fazer antes de publicar um post? e Oito dicas básicas de redação.

 

5. Diferencial

Ah, esse tal diferencial… É muito importante e envolve várias frentes, por isso decidi dividir as dicas sobre diferencial em dois tópicos – conteúdo e design – justamente para que ambas as frentes fiquem bem evidenciadas. Mas, antes de continuar, sugiro a leitura desse post: Qual o diferencial do seu blog? Leu? Então vamos em frente.

5.1. Conteúdo

Talvez sua deficiência não seja a redação em si, mas as pautas. Você só publica as mesmas coisas que os outros blogueiros do seu nicho também publicam? Quando foi a última vez que você levantou uma pauta antes dos outros? Ainda que seu blog seja de nicho, você precisa encontrar assuntos para abordar que não sejam mais do mesmo em relação aos outros blogs.

Vou usar o próprio Metablog do xCake como exemplo. Nós temos um nicho bem específico: é um metablog corporativo, ou seja, um blog de uma empresa e fala sobre blogs. Além do nosso, quantos metablogs você acompanha e o que você encontra neles? Muitas pautas que publicamos estão também em outros metablogs: dicas de segurança, de plugins, de produção de conteúdo, etc. Porém não são todos que levantam reflexões – e nós levantamos. Enquanto os metablogs em geral incentivam a produção de conteúdo em vídeo, nós aqui refletimos se YouTube é pra todo mundo. Nós, assim como outros metablogs, damos dicas para seu blog alcançar o sucesso, mas antes disso levantamos uma reflexão: o que é sucesso para você e como mensurá-lo? Já propusemos reflexões até sobre o que podemos fazer em nossos blogs versus o que é conveniente fazermos.

Percebe que, mesmo dentro do nicho, é possível encontrar pautas que não sejam idênticas às dos outros blogueiros? Procure, pense, reflita, você há de encontrar uma maneira de ter conteúdo diferencial dentro do seu nicho. Quer ajuda? Todos os nossos artigos sobre produção de conteúdoplanejamento e organização e produtividade podem ajudá-lo. Ok, ok, vou destacar alguns.

5.2. Design

Vamos começar pelo layout: ele é personalizado ou igual a tantos outros web afora? É responsivo (friendly para smartphones e tablets)? Usa uma programação atualizada ou ainda está na era do flash? Pois saiba que seu layout e sua identidade visual têm uma parcela bem grande de responsabilidade para fidelizar seu público e fazer seu blog se destacar na multidão.  Confira os posts abaixo:

Agora que você já entendeu a importância de ter não apenas um layout personalizado e sim uma identidade visual bem feita e que transmita a personalidade da sua marca, podemos falar em formatação dos seus artigos. Isso porque, sim, a formatação dos posts também deve estar a serviço da identidade visual da sua marca. Olha só:

E mais: a formatação dos posts deve não somente reforçar a identidade visual, mas também ajudar a prender o leitor no seu blog. Textos centralizados, por exemplo, são horríveis para ler. Imagens muito pequenas não ajudam a ilustrar o post – você pode ficar tentado a colocar imagens demais e, a menos que seu produto, serviço ou nicho tenham forte apelo visual, o que deve ter destaque é o conteúdo que você produz e não imagens feitas por outras pessoas. A fonte também deve ter um tamanho adequado – não precisa e nem deve ser imensa, mas muito pequena dificulta a leitura e as pessoas irão abandonar sua página, escolha um webdesigner que realmente saiba criar para web (pode acreditar: tem diretor de arte que é incrível para diagramar layouts para revistas, jornais e outdoors, mas é uma negação para criar layouts para blogs e sites).

 

Sei que já indiquei um monte de links nesse post, mas recomendo fortemente que você leia todos os artigos das categorias aqui indicadas. Super vale deixar esse post numa aba aí do seu navegador e ir lendo todos os links e categorias aos poucos, na medida em que for possível para você. E é claro que os comentários estão abertos, não apenas nesse post, mas em todos os artigos linkados hoje, então não se acanhe e traga suas dúvidas e experiências. :)

Segurança: medidas básicas e essenciais

Ferramentas úteis escrito por

Você planejou direitinho seu site, bloga conteúdo de qualidade, divulga sua marca, respeita Direitos Autorais, investe na identidade visual, faz tudo certo. E um belo dia seu blog é invadido e você perde tudo ou, pelo menos, arranca todos os cabelos para conseguir recuperar a administração do seu site. Ah, você usa plugins de segurança? Pois saiba que sem tomar as medidas básicas de segurança não há plugin que dê conta de proteger seu blog. Vem cá ver como as tais medidas são fáceis de colocar em prática. :)

Imagem: Eve, em CC BY 2.0.

Imagem: Eve, em CC BY 2.0.

 

1. Crie uma senha segura

Se você procurar no Google, encontrará vários geradores de senhas seguras – e como decorar aquelas letras e números aleatórios? Existe uma outra maneira de criar uma senha forte sem que você precise decorar e sim entender, raciocinar sobre sua senha, pensá-la. Mas antes de ensinar a “mágica” vamos lembrar: senhas devem ter pelo menos oito caracteres e conter letras, números e caracteres especiais. Agora vamos lá. :)

Escolha uma frase longa ou uma música com o primeiro verso ou o refrão longos – se senhas devem ter no mínimo oito caracteres, escolha uma frase ou verso musical que tenha pelo menos oito palavras. Não use frases ou músicas óbvias, que todo mundo sabe que você ama. Escolha algo improvável, mas que você saiba decor, que você conheça bem mesmo não sendo da sua banda preferida, ou pode ser até a música chiclete horrível que ficou ecoando na sua cabeça de tanto que tocou em todos os lugares no verão de alguns anos atrás. Como aqui só vamos dar um exemplo, e como já falamos do Chico Buarque aqui no Metablog, escolhi uma música dele que todo mundo já deve ter escutado pelo menos uma vez na vida para facilitar a compreensão: Construção, de 1971.

O verso inicial tem sete palavras e um artigo: Amou daquela vez como se fosse a última. Vamos usar a inicial de cada letra mais o artigo: Amou daquela vez como se fosse a última  = advcsfau. Já temos aí oito caracteres para a senha, que você não precisa decorar porque está usando algo que você já sabe, basta recitar a música na sua cabeça quando for digitar sua senha.

Mas uma senha deve ter números e, de preferência, também caracteres especiais, então vamos lá. Você pode trocar o A da senha por arroba, assim: @dvcsf@u. O A também pode ser substituído pelo número 4 ao invés de arroba. Letras L e I podem ser substituídas por ponto de exclamação. A letra O pode ser substituída pelo número zero, o I ou L minúsculo também podem ser o número 1. Você cria o padrão de substituição que desejar, desse modo ao invés de decorar precisa apenas compreender o seu padrão.

Você não usou números, só os caracteres especiais? Ou então usou números e caracteres, mas a senha ainda está curta? Lembre que oito caracteres é o mínimo, mas se for mais é melhor ainda. Vamos manter a senha inicial substituindo o A por arroba: @dvcsf@u. Você pode inserir aí os números do ano de lançamento da música, por exemplo, e de maneiras diferentes: 19@dvcsf@u71 ou @dvcsf@u1971 ou 1971@dvcsf@u. Você também pode usar apenas dois números do ano de lançamento ou somar todos os números e usar o resultado da soma (no nosso exemplo a soma seria: 1 + 9 + 7 + 1 = 18). Usar a soma, porém, pode significar decoreba para quem não faz contas de cabeça rapidamente – e isso não é nenhuma vergonha, especialmente se você não for da área de exatas, ok?

O importante é que você crie um padrão para os números: metade no começo e metade no fim da senha, ou tudo no começo, ou tudo no fim, ou no meio, ou somando os números, ou usando só dois números do ano, etc. E não precisa obrigatoriamente usar o ano de lançamento da música: podem ser quaisquer outros números que você já tenha memorizado, como o prefixo do seu antigo número de telefone, o número da casa onde você morou durante a infância, etc.

Agora você já entendeu “o espírito da coisa”: usar uma frase ou verso musical que você já tenha na memória, substituir letras por caracteres, deixar todas as letras da música e acrescentar caracteres, acrescentar números. Você cria os parâmetros que desejar, desse modo não precisa decorar e sim entender sua senha, fica fácil tê-la sempre na ponta dos dedos.

Mas tem mais uma coisa importantíssima: nunca devemos usar a mesma senha para todos os serviços nos quais temos conta. E agora, #comofaz? Agora você cria mais um parâmetro: a senha criada é a senha-mestra, você deve inserir nela letras e/ou caracteres e/ou números conforme o serviço no qual a senha é utilizada. Vamos pegar a senha mestra criada nesse post e adaptá-la para uma conta no Twitter, por exemplo: usaremos a primeira letra do serviço (T) e a última (R) e acrescentar no início e no fim da senha mestra. Assim: T@dvcsf@u1971R. Se fosse uma senha para o Facebook, ficaria assim: F@dvcsf@u1971K.

Você pode posicionar as letras como no exemplo, mas também pode preferir colocá-las todas no começo ou no fim. Ou ainda usar a segunda e a penúltima letra do serviço. Também pode deixar as letras do serviço em maiúsculo. Não importa qual o parâmetro, mas sim que seja um parâmetro que você entenda para que não seja difícil se lembrar das senhas na hora de digitá-las.

Ufa, a explicação ficou longa, mas na verdade é bem fácil criar uma senha segura, não acha? E pra confirmar a força da sua senha, a Microsoft tem uma Central de Segurança e Proteção na qual você pode testar sua senha. O resultado da senha do nosso exemplo foi Best, e a sua? :D

 

2. Mude o usuário

Na hora de logar no WordPress seu usuário ainda é o admin? Pois fique sabendo que, quando os “robôs invasores” são criados, o primeiro login programado para o robô tentar acesso é o admin. Claro, pois é o usuário mais utilizado, então a chance de conseguir mais invasões é hackeando esse usuário. Mudar seu usuário é muito, muito fácil.

Acesse o dashboard do WordPress e, no menu à esquerda da tela, clique em Usuários. Ali estão listados todos os usuários do seu blog (caso você tenha colaboradores) e é onde irá criar um novo usuário para você e, depois, deletar o admin.

Clique em Adicionar Novo e preencha os dados na tela que irá se abrir. O Nome de Usuário é seu novo login, você pode inclusive usar uma palavra aleatória ao invés de usar seu próprio nome. Coloque um email válido e, abaixo, preencha com seu nome e sobrenome da maneira que você deseja usar seu nome na web (não precisa usar seu nome completinho como nos seus documentos, pode usar apenas seu nome e apenas um dos seus sobrenomes, por exemplo). Em Site, preencha com seu domínio principal, que provavelmente seja seu próprio blog, depois coloque a senha segura que você acabou de criar seguindo os passos descritos acima. Como você está criando o seu novo usuário e não o de um colaborador, ignore o campo Enviar senha. Em Função, selecione Administrador, afinal é claro que o seu usuário deve ter poderes completos sobre o blog.

Atenção: certifique-se de ter colocado Administrador como Função, pois você, que é dono do site, obviamente precisa ter plenos poderes sobre seu blog. Isso deve ser feito antes de deletar o perfil admin.

Criou um novo usuário com função de administrador? Você pode querer editar algumas configurações do seu perfil indo em Usuários > Seu perfil, acesse para conferir as possibilidades. Novo usuário administrador criado, é hora de deletar o admin. Volte em Usuários > Todos os usuários, selecione o admin e exclua-o. Simples assim. :)

 

3. Plugin Login LockDown

Agora sim vamos falar em plugin. Na verdade já falamos aqui no Metablog sobre o Login LockDown, lá em setembro de 2013, quando o WordPress sofreu ataques massivos, mas ele é muito importante para a segurança do seu site e portanto estamos relembrando esse plugin hoje.

Fez backup completo do seu blog? Então agora pode instalar o Login LockDown no seu site, a instalação é como de qualquer outro plugin. Depois de instalar, no menu à esquerda no seu dashboard, vá em Configurações > Login LockDown para configurar o plugin.